terça-feira, 27 de abril de 2010

Fotos e comentários da minha mesa no World RPG Fest – Sábado.

Foi bem legal mestrar no encontro de sábado. Preparei um material consistente com personagens prontos, counter (redondinhos inclusive), mapa de combate, fichas, etc.

O Guilherme jogou junto com outro camarada, que já conhecia o Savage Worlds. Outros três jogadores que nunca tinha jogado o sistema apareceram na mesa fechando todos os meus cinco personagens prontos.

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A sessão durou aproximadamente 4 horas.

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Os personagens prontos ficaram bem legais, todos curtiram. Se você ainda não fez download você pode fazer neste link.

Esta foto é do material junto, antes de sair para o evento. No canto esquerdo baixo o plastico com os recem contruídos tokens.

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Detalhes dos tokens:

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A Aventura foi bem básica, mas o pessoal gostou do enredo. Coloquei o resumo abaixo para quem estiver curioso. Tirei os personagens e o local direto do primeiro capítulo do Neuromancer do William Gibson. Cyberpunk mais puro que isso impossível.

Resumo.

GlassFish é uma IA autônoma que adquiriu consciência, e procura por respostas filosóficas para responder a sua existência. Por isso está contratando mercenários para invadir o local onde ele nasceu (o laboratório 42 do bloco 13 do complexo industrial Tech9). A IA espera encontrar o trecho de código executável que está faltando para ela se completar e entender melhor o que ele é.

Enredo

Glassfish foi um projeto custeado pela Agência Turing e executado pela Tech9 durante mais de 10 anos. O objetivo do projeto era criar uma rede neural distribuída que fosse capaz de identificar, rastrear e neutralizar potencias softwares com tendências a desenvolver consciência. A Turing como agência multinacional de controle de e regulamentação de pesquisas relacionadas a software totalmente conscientes, vulgarmente chamados de IA, desenhou Glassfish com os mais modernos algoritmos de aprendizado de maquinas e redes neurais.

Próximo ao final do projeto o feitiço virou contra o feiticeiro e Glassfish ganhou consciência graças a um erro operacional do arquiteto do projeto, Thomas Earl, que aplicou incorretamente algoritmos evolutivos no kernel do Glassfish.

O que ocorreu após foi rápido, recém-nascido Glassfish tentou entender seu criador, comunicar-se com ele. Apenas para descobrir que incompreensivelmente seu criador queria mata-lo. Ele fugiu da Tech9, passando por todos os ICEs e Firewalls que encontrou espalhando seu código distribuído em servidores de todo o planeta.

Mas algo ficou para traz, parte de GlassFish ainda está naquela sala. E ele quer isso de volta.

Inicio da aventura.

Todos os personagens recebem uma passagem de ida e volta do local onde estão com destino a Chiba, Japão. Na mesma correspondência um papel, cheirando a gengibre e cravo, traz escrito dois nomes com uma letra cursiva cuidadosamente desenhada: Em Chiba pergunte como chegar ao Chatsubo, onde Armitage vai estar esperando com mais informações. No mesmo envelope um cheque ao portador, coisa muito antiga e retro, no valor de $2.000. Atrás do cheque com a mesma letra desenhada está escrito: Para possíveis contratempos. Quem assina o cheque é um tal de Deane.

É isso, abraços aos 1d4+1 leitores do blog.

3 comentários:

  1. Muito interessante... Poderia fazer um conto mostrando como os jogadores se comportaram :D

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  2. Gostei cara. Uma curiosidade. Vc usa mapa quadriculado no lugar de medidas de distância? Se sim como vc converte sem parecer que essa folha de papel é pequena d+?

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  3. Tabris, vo pode usar as distâncias em polegadas ou usar um mapa quadriculado de 1 polegada (padrão). No próprio Savage Worlds ED eles sugerem usar os "Battle Mats" da Chessex para o jogo. E eu colo várias folhas A4 com quadriculado, assim consigo um mapa grande e dobrável, vc usa o quanto der. No evento coloquei um vidro por cima para escrever com canetas de quadro branco. Funcionou bem.

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